 |
Processo refinação
|
Armazém de matéria-prima A matéria-prima das refinarias de açúcar é o açúcar em "rama", produto impuro e microbiologicamente contaminado que não deve ser utilizado directamente na alimentação humana.
 | |
|
Pesagem A rama proveniente do armazém é pesada nesta balança - o início de todo o processo produtivo.
 | |
|
Afinação Depois de pesada, a rama é misturada com um xarope saturado, para amolecer a superfície do cristal, onde se acumula uma parte importante das impurezas, e centrifugada a alta velocidade, separando-se a rama afinada do xarope de afinação.
 | |
|
Carbonatação Depois de formado o xarope bruto, este é misturado com uma pequena quantidade de leite de cal e atravessado por uma mistura de gases purificados contendo dióxido de carbono; dá-se a precipitação de carbonato de cálcio, sob a forma de lamas, que arrastam, por adsorção, impurezas contidas no xarope.
 | |
|
Filtração Nesta fase as lamas (sólidas em suspensão) são separadas do xarope carbonatado.
 | |
|
Descoloração Nesta fase, o xarope carbonatado passa por células de resinas (de permuta iónica) que removem a cor e retêm as impurezas ainda existentes (fazendo uma purificação final), obtendo-se o xarope branco.

| |
|
Evaporação O xarope branco é evaporado ficando mais concentrado.
 | |
|
  |

|
|
Cristalização O xarope branco concentrado é cristalizado - uma importante operação de purificação.
 |
Açúcar Areado Amarelo Sores Uma mistura do xarope branco concentrado com o xarope de centrifugação do granulado, é cristalizado e areado, obtendo-se um açúcar que se caracteriza por ter uma cor elevada e um agradável aroma e sabor. O açúcar areado amarelo é embalado em pacotes de plástico de 1 kg e em sacos de 50 kg.
|
|
Centrifugação Após a cristalização, passa-se à centrifugação, fase que permite que os cristais sejam separados do xarope-mãe.
 |
    |
|
Secagem O açúcar proveniente das centrífugas é seco por ar quente em secadores rotativos e peneirado para separação dos torrões que se tiverem formado. Fica assim pronto para ser embalado na forma mais adequada à sua utilização.
|




















|
 |
 |
 |
 |
 |
|
 Granel Pode ser transportado em camiões cisterna, que depositam o açúcar directamente nos silos do cliente. A capacidade do camião varia entre 24 a 26 toneladas.
|
 Sacos O açúcar é embalado em sacos de 50 ou 25 kg.
|
 Embalagens de 1kg O açúcar é embalado em pacotes de 1 kg e agrupado em conjuntos de 10 unidades.
|
 Saquetas de 8/9g O açúcar granulado é embalado em saquetas de 8/9 gramas, e colocado em caixas de 10 kg, 1kg e 400g.
|
 Contentores Aqui o açúcar é embalado em contentores de 1100 kg.
|
 |
 |
 |
 |
 |
|
Armazém de Produto Acabado Aqui estão armazenados todos os produtos finais. O armazém de produto acabado tem desde saquetas de 8/9g a sacos de 50kg.
|
|
|
Recuperação Esta é a fase em que se recupera açúcar com características próximas da rama afinada, a partir dos xaropes rejeitados da afinação e da cristalização. Os xaropes rejeitados são cristalizados sucessivas vezes extraindo o açúcar ainda contido nos mesmos. Este açúcar volta ao início do processo sob a forma de rama afinada. O xarope final que se obtém e do qual já não é económico extrair mais "açúcar", é um subproduto chamado Melaço, utilizado por exemplo, em rações para animais e no fabrico do álcool.
|
|
Controlo Esta é uma fase muito importante do processo produtivo, estando presente em todas as fases, desde a recepção da matéria-prima ao produto final, incluindo as matérias subsidiárias e os materiais de embalagem. Só através de um rigoroso controlo (físico, químico e microbiológico) é que se consegue garantir produtos de qualidade elevada.
| |
 |
|