História

HistóriaEm 1890, John Peter Hornung e um pequeno grupo de investidores resolveram explorar extensas propriedades de cana-de-açúcar que possuíam em Moçambique e fundaram a "Companhia do Assucar de Moçambique". Como na altura Moçambique era uma colónia Portuguesa, John Hornung achou que Lisboa era o local adequado para construir uma refinaria. E em 12 de Março de 1909, o rei D. Manuel II acompanhado do seu tio, o príncipe D. Afonso, inaugurou oficialmente a refinaria em Alcântara - Refinaria Colonial. Nessa altura, a capacidade anual instalada era de 20,000 toneladas de açúcar e produzia-se principalmente açúcar areado (branco e amarelo).

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Em 1920, a "Companhia do Assucar de Moçambique" foi rebaptizada Sena Sugar Estates, Lda  (S.S.E.).

História Em 1950, a Refinaria Colonial tornou-se uma empresa independente com as acções a pertencerem à S.S.E., sendo o seu nome alterado para SIDUL - Sociedade Industrial do Ultramar, SA.

HistóriaDurante os anos 60, a indústria de refinação de açúcar em Portugal sofreu profundas alterações.

Neste contexto, em 1967 nasce a SORES (Sociedade de Refinadores de Santa Iria, SA), resultante da fusão de pequenas refinarias. No entanto a SORES só coloca açúcar no Mercado em 1970, com uma capacidade de produção instalada na ordem das 260 toneladas por dia. A SORES foi construída de raiz em Santa Iria de Azóia a cerca de 10 Km a norte de Lisboa.


Em 1969/70, no sentido de acompanhar o desenvolvimento tecnológico da Históriaindústria da refinação, são introduzidas as maiores alterações na SIDUL, instalando-se um processo de refinação ao nível do que existia de mais evoluído na indústria de refinação do açúcar em todo o mundo. Nessa mesma época, são instaladas as primeiras máquinas de formação e enchimento automático de pacotes de 1Kg para utilização doméstica. Iniciou-se também o abastecimento da indústria com açúcar a granel em camião cisterna.

HistóriaEm Agosto de 1980, os accionistas da S.S.E. depois de perderem as fábricas localizadas em Moçambique (devido à independência em 1975) decidiram formar uma nova empresa com os activos localizados em Lisboa - Alcântara - Sociedade de Empreendimentos Açucareiros,SA.

Em 1983, os accionistas ingleses da Alcântara, que representavam 60% do capital, venderam as suas acções à Tate & Lyle.

História Em 1986 a Alcântara - Sociedade de Empreendimentos Açucareiros, SA compra as acções da SORES pertencentes à família Espírito Santo, passando a ser então o maior accionista da SORES.

Em 1989 a Alcântara - Sociedade de Empreendimentos Açucareiros, SA torna-se accionista único da SORES num processo em que o Banco Espírito Santo deixa de ser accionista da SORES ao trocar as suas acções naquela Sociedade por acções da Alcântara - Sociedade de Empreendimentos Açucareiros, SA . Esta alteração na estrutura accionista da SORES abre caminho ao processo de fusão entre SORES e SIDUL a 1 de Janeiro de 1990, formando-se a ALCÂNTARA REFINARIAS AÇÚCARES, SA.

HistóriaEm 1993 a Tate & Lyle adquire a totalidade do capital da Alcântara - Sociedade de Empreendimentos Açucareiros, SA.

Em 1994 encerra-se a refinaria de Lisboa e toda a actividade de refinação passa para Santa Iria de Azóia, situação que ainda hoje se mantém. A capacidade de produção passa para 800 Toneladas por dia.

Em Março de 2005, a Alcântara Refinarias Açúcares, SA passa a chamar-se "Tate & Lyle Açúcares Portugal, SA", não existindo contudo nenhuma alteração ao seu capital.

HistóriaNo Verão de 2010, o Grupo ASR - American Sugar Refining - compra o negócio europeu do açúcar ao Grupo Tate & Lyle.